quarta-feira, 27 de julho de 2011

"Insistir naquilo que já não existe, é como calçar um sapato que não te cabe mais.
Machuca, causa bolhas, chega a carne viva e sangra. 
Então o melhor é ficar descalça...
Deixar livre o coração, enquanto vive... 
Deixar livre os pés, enquanto cresce...
Porque quando a gente cresce, o número muda."

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Alguém que desconheço.

  Uma pessoa de personalidade forte, decidida, geniosa, as vezes egocêntrica outras prestativa, pouco indecisa e muito segura, extremamente orgulhosa, ótima conselheira, entre outras coisas. Enfim, essa sou eu, ou pelo menos era... não sei! Sou do signo de leão, e com muito gosto. As características de uma leonina são marcantes, eu particulamente adoro todas elas porque decifram exatamente como eu sou, ou era, tanto faz... Não, tanto faz nada! Isso de fato é algo que ta me encomodando muito. A verdade é que eu mudei em alguns aspectos, os quais eu não queria que mudassem. Sendo mais clara... sempre fui muito "pé no chão" quando se tratava de namoro, 'ficas', enfim, de relacionamentos. O orgulho me ajudava muito com isso, mas também já sofri bastante por tê-lo em excesso, mesmo assim não o largo, até porque não levo a palavra ao 'pé da letra', prefiro traduzi-la em 'amor próprio'. Bom, mas esse não é mas o caso... A verdade é que conheci uma pessoa, estamos juntos, namorando há pouco tempo mas to completamente apaixonada e é isso que 'preocupa'. Ele é da faculdade, faz um perfil totalmente diferente dos meus casos antigos. Dono de uma beleza incomum, uma das pessoas mais lindas que eu ja conheci, todo certinho, vai à missa todo final de semana, mas também adora uma farrinha, ele diz que a única coisa que não faz da vida é estudar mas nunca entendi o motivo de tantas notas altas e o fato de nunca ter ficado de prova final, e ainda reclama quando o chamo de CDF, vai entender né? haha... Só sei que esse sentimento se fortalece cada dia e ao mesmo tempo minha insegurança aumenta. Não consigo explicar o por que, talvez eu já esteja tão envolvida que tenho medo de perdê-lo, isso até parece clichê, mas fazer o que? é a verdade. Lembro muito bem do final do ano passado, eu dizendo, prometendo pra mim mesma que não ia me prender a ninguém nem tão cedo.. e olha agora pra mim! Foi inevitável, ou melhor, acho que fui eu que não quis evitar. Sinto que meu orgulho não é mais o mesmo de antes, se a gente briga eu não consigo simplesmente deixar pra lá e fingir que está tudo bem, posso até fazer isso, mas só por poucas horas, logo logo me desespero, quero ligar, ouvir a voz, e não fico tranquila enquanto não estiver tudo resolvido. Aquela vontade de estar 24h com ele, fazendo carinho, ou ate mesmo pra ouvir ele falar de como foi o seu dia, vontade de estar perto independente do que ele esteja fazendo e aonde, estar perto nem que seja pra eu ver ele dormindo, e eu não me importo, vou estar lá quando ele acordar, ficar passando a mão no seu cabelo e depois as unhas nas suas costas de forma suave, esperando dizer que teve um sonho lindo comigo... Mas vivo me perguntando o que ele acha de nós dois, será que também tem a mesma vontade de estar perto? será que também fica mal toda vez que brigamos? será que faço falta pra ele mesmo quando a gente fica um dia sem se ver? porque ele faz muita pra mim... Não sei porque fiquei assim, as vezes nem me reconheço, cadê aquela leonina de antes? enfim, nao sei... só não quero mais essa insegurança.

terça-feira, 29 de março de 2011

 

Ela só queria um amor...

Ela queria esquecer, conseguiu.
Ela queria se divertir, sair, dançar, fazer tudo o que podia...
Sentiu falta, se desesperou, quis ligar, procurou e não achou.
Estava só, mais uma vez nessa história de amor, onde a carência encomoda e o carinho conforta; onde as mãos, quando dadas, se fazem fortes e quando soltas, correntes arrebentadas.
No fundo mesmo ela só queria amar
e se sentir amada.

Vida de um universitário.

   

   Ta, agora me diz quem nunca se enganou pensando que ao entrar na faculdade a coisa aliviaria, que era só levantar as perninhas pro ar e curtir o som no último volume? Você que tem esse pensamento, um conselho: não se iluda! É, a princípio é o que parece, mas todo início é meio tímido e de pegadas leves né? Como no primeiro dia de aula, os alunos parecem ter um certo pavor de interagirem entre si, por isso as aulas dos primeiros dias são as melhores, para os professores. Depois todo mundo ganha uma afinidade absurda e os professores passam a ter um conhecimento melhor da turma, e isso faz com que eles esqueçam que nós, univeritários, gostamos de vida social. ''Tem apostila na xerox...'', ''quero um resumo do material...'', ''façam uma resenha...'', ''peguem esse livro na biblioteca...'', ''apresentação de seminário...'', ''prova dia...'' AAAAAAH... Alguém aguenta mais só escutar isso dos profesores? Porque se existir esse alguém, porfavor se apresente e me ensine como faz. A sensação de não saber por onde começar é, sem dúvida, desesperadora. Ah, e uma coisa que o universitário precisa saber é que, discutir de forma crítica com o professor pode o trazer constrangimentos - vamos respeitar,  ele (a) é MESTRE!
   Claro que além deses fatores estressantes, há muitos pontos bons na vida de universitário, a começar pelo primeiro dia que ele pisa em uma universidade (como estudante) e pensa ''agora sou gente'', a liberdade de sair da sala por livre e inspontânea vontade sem ter que dar satisfação ao professor, vontade de dar uma gazetada no bar da esquina e não precisar dar o número da sua casa para pedir autorização dos responsáveis, sem contar nas baladas porque enfim, universitários dão um valor imenso e sabem aproveitar o começo da maior idade.
   Ser universitário é muito bom, mas não é um 'mar de rosas', requer muito mais esforço e dedicação... afinal, é o futuro em jogo.
   
   Atenção: se você um dia chegar a ver um universitário surtando, fora de sim, não se preocupe... é normal! Lembrando que, esse comportamento em uma balada, tem outra denominação e se dá por falta de glicose.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Liberdade de expressão quase sem querer.

   É estranho e ao mesmo tempo engraçado pensar que a criação desse blog foi algo tão não planejado e não intensional. Em um dia qualquer, em que o tédio reinava mais uma vez, pensava em algo a mais pra passar o tempo... Idéias soltas começaram a ocupar a cabeça, os textos foram se formando e sendo postados. Desde o princípio foi apenas uma forma que eu achei de expressar todos os meus sentimentos, pensamentos em momentos que eu não teria ninguém pra conversar ou só me escutar, mas de forma alguma querendo divulgá-los. Os primeiros textos foram postados no mesmo dia, saí escrevendo sem perceber a hora ir embora, o último deste dia ficou pronto às 5h - é, acho que gostei da brincadeira.
   No dia seguinte, sem esperar por absolutamente nada, alguns amigos comentaram comigo que haviam lido meu blog e que tinham amado. Não vi a cara que eu fiz na hora mas tenho certeza que foi uma do tipo 'hã? como assim?', eu realmente não estava acreditando que os textos tinham sido lidos por outras pessoas e eu só fazia pensar 'cara, que vergonha!'. Sim, morro de vergonha quando alguém diz que leu as postagens, pelo 'simples fato' de que fui EU que escrevi, mas morro de felicidade quando escuto um comentário de aprovação pelo mesmo 'simples fato'.
   Não sei o verdadeiro motivo das pessoas gostarem do meu blog. A maioria dos leitores são os jovens dessa geração. Talvez porque não uso de formalidades e sim a língua que nós jovens entendemos, mas além disso, tudo o que eu escrevo, apesar de ser momentos da minha vida, alguem já passou, passa ou passará pelas mesmas situações ou pensa da mesma forma que eu, e fala sério... é muito bom saber que existe alguém parecido com você. Enfim, essa é a nossa fase: liberdade de expressão; então vamos aproveitá-la!

*Agradeço às pessoas que lêem meu blog e que gostam dele. Sempre que eu puder estarei postando algo novo, vai depender dos acontecimentos nessa minha vida, no momento, um tanto monótona, e apesar da minha vergonha, continuem lendo uhauha (:

domingo, 27 de março de 2011

Nada é por acaso, nem mesmo a nossa espera.

   
   
   Por que certas situações da vida as vezes parecem ser complicadas? Seria tão mais fácil se tudo fosse do jeito que a gente quisesse ou planejasse. Ao contrário disso, as coisas sempre acontecem no momento em que mais estamos ditraídos, num 'click' somos pegos de supresa em cada situação que, se tivéssemos imaginado que iria acontecer, não teríamos dificuldades para resolvê-la - ou sim?. Enfim, pelo menos eu poderia evitar muitas coisas... Por mais que essas situações nem sempre sejam agradáveis, talvez a vida não teria graça se ela não nos pregasse peças, e talvez a nossa mente se limitaria ja que para aprender é preciso realmente viver. Viver o dia-a-dia e deixar para pensar no futuro quando ele chegar.
   Há pouco tempo a vida me permitiu conhecer pessoas maravilhosas e entre elas, uma que de alguma forma mexeu comigo. Não sei explicar de fato, de que forma me senti mexida, só sei que, desde a primeira vez que o vi, meus olhos prestavam atenção em cada gesto. Não bastava isso, os dias passavam e ele conseguia arrancar de mim as gargalhadas mais gostosas e fazia cada momento perto dele ser agradável. Enfim, na minha frente eu via qualidades que chamariam atenção de 'qualquer' mulher. Mas como nada é perfeito... descobri que ele era comprometido. Pior que isso era o fato de que eu não só conhecia como era/sou muito próxima da namorada dele - que enrrascada né?... A principio eu não conseguia olhar pra ele e me tocar que ela estava ali, porque realmente era como se ela não estivesse.
   Bem, mas isso não poderia continuar assim por muito tempo não é? Comecei a pensar em tudo o que estava acontecendo e no que eu poderia começar a sentir com relação a ele. Não vou negar que essa confusão toda veio num momento de carência minha, mas talvez a carência não tenha sido o único motivo... De qualquer forma, a história não poderia continuar, e o único jeito de acabar com isso era deixar de lado essa fantasia e enchergá-lo apenas como amigo. E esse era o meu 'plano 2', e até estava dando certo, ja havia me conformado, a amizade dele era/é bacana.
   Enfim, eu tava decidida em contar pra ele toda essa minha 'loucura' no momento em que eu achasse que ja não havia perigo nenhum... eu contei. Tudo começou a se encaixar, naquele momento ja não dava mais pra esconder, as cartas estavam na mesa... Eu poderia imaginar escutar qualquer coisa, menos tudo o que eu escutei dele. Descobri que desde o primeiro momento, em que apenas a visão fazia seu papel, todos os sentimentos foram recíprocos... Agora a confusão era maior, como agir quando se quer fazer o que não pode ser feito?